28.3.06

Theozinho dodói

Meu filhinho está doentinho, mas se recuperando a cada dia. Começou com uma febre no sábado a tarde. No domingo uma tosse muito rouca, febre e falta de apetite. A noite o levamos ao hospital para a médica examinar a garganta, ver se precisava de antibiótico. Ela diagnosticou uma faringite e encaminhou-nos para uma nebulização de adrenalina para diminuir o inchaço e evitar o fechamento da garganta (deus me livre!). Depois receitou um remédio para manter o efeito da adrenalina, além do antitérmico. Theo agora está tomando a solução da Novalgina que é docinha, pois as gotas amargas não estavam sendo aceitas.
Hoje ele começou a se alimentar melhor. Ontem na mesa do almoço quis um ovinho de codorna da salada e três rodelas de tomate. Nada mais. Hoje quis carninha de frango e um pouqinho de arroz com feijão e purê de batatas, além de ter tomado o leitinho de manhã e de tarde.
Amanhã ele estará melhor, mas a natação só na semana que vem para não prejudicar a recuperação.
Depois trago mais notícias do Theo.

21.3.06

DNA garantido

Sempre pairou no ar uma certa dúvida se algum código genético meu tinha sido transmitido ao Theo no ato da concepção, já que, após enquete realizada aqui no blog, ficou definido que o Theo se parece mesmo é com o pai. Mas essas dúvidas findaram-se ontem, depois de uma demonstração de semelhança comportamental e não física, do Theo e dessa mãe sorridente:
Theo, na hora do almoço, fez algo que nunca havia feito antes. Demonstrava interesse mas tinha receio de fazê-lo. Vou parar de fazer suspense. Ele, depois de almoçar, ficou sentado na sua cadeirinha com o prato praticamente vazio a sua frente com um osso de coxa de frango com alguma carne. Ele passou a mão no osso e colocou-o em sua boca e só devolveu quando o mesmo estava limpinho.
Agora explicarei a vocês o motivo de tamanha semelhança comigo. Quando nasci meus pais eram vegetarianos. Lá pelos meus 11 meses de vida (sem carne, só soja), minha mãe se cansou dessa vida e resolver fazer carne para o almoço. Um certo dia tinha no menu coxas de frango empanadas para as quais eu fiquei apontando o dedinho gordo e dizendo "dá, dá". Minha mãe avisou a meu pai (que ainda acreditava que o ser humano só come carne por condicionamento e que, como eu nunca tinha colocado nada animal na minha boca, recusaria o alimento cuspindo tudo) que me daria a coxinha. Ao me entregar a coxa, puderam ver, de forma empírica, o desmoranamento das teorias vegetarianas, pois não só não cuspi a carne, como devolvi o osso limpinho para minha mãe. Depois disso meu pai voltou a comer carne até hoje!
E por ironia do destino eu me tornei uma pessoa carnívora, que gosta de carne mal passada. E meu filho saiu puxando a mim, pois é chegado num bifinho e num ossinho de frango. Viva a genética!

13.3.06

1 ano, três meses e muitas novidades


Hoje Theo completou seus 15 meses de vida levando uma agulhadinha da vacina penta e fazendo natação.
Como o tempo é curto para suas mudanças e crescimento... Já vai no colo da Tia Renata, bate as perninhas e mergulha, sem engolir água. Fica chamando o pai do lado de fora da piscina, adora ver os bichinhos colados no teto e no final mexer na torneira do chuveiro quentinho do vestiário. Depois de tudo isso saboreia um suquinho com pão de queijo na lanchonete da academia.
Theo está amando sua motoquinha nova, um velotrol em forma de motocicleta chopper, com apoio para os pés (essencial para quem ainda não alcança os pedais) e haste para o pai empurrar fazendo manobras radicais. Theo se agarra no guidão e fica firme nas derrapagens, cavalinho de pau e empinada na roda traseira. Ele simplesmente está adorando a vida em 3 rodas. Tanto é que nem brinca mais na mesinha que compramos para ele pintar. Quando ganhou não largava as cadeirinhas e ficava rabiscando. Comprei um jogo de tintas da Pritt que é roll-on, igual a desodorante. Não derrama e é fácil de segurar, além de ser a base de água. Agora a roupinha tem que ser velha e as paredes laváveis. A última dele foi pegar o lápis de cor azul e rabiscar a parede do corredor de cabo a rabo. Peguei-o pela mãozinha e, pacientemente, mostrei que aquilo não podia ser feito. Tentei pegar o lápis de suas mãos mas não consegui, então coloquei-o sentado na cadeirinha novamente e voltei ao meu trabalho. Quando dei por mim já estava indo em direção à sala um pequenino artista querendo expressar-se em minhas paredes. Adverti que não deixaria que ele rabiscasse novamente nas paredes e ele teimou. Levou uma palmada no bumbum, não chorou, foi ao encontro da babá e entregou a ela o seu lápis de cor. Depois disso nunca mais tentou repetir a travessura.
Estou ensinando a ele as cores, a fazer bolinhas. Desenho uma bolinha amarela e tiro uma da mesma cor da piscina de bolinhas. Faço outra azul, segurando em sua mãozinha para ele sentir o movimento circular, e tiro uma da mesma cor. Assim ele associa o desenho ao objeto e também sua cor.
Esse fim de semana Theo estreou na vida de dormir fora de casa. Foi passar o sábado a tarde na casa dos avós para podermos ir a um círculo de debates de arquitetura que está ocorrendo aqui em BH. De lá emendamos a noite e fomos à casa de uns amigos. Theo ficou muito bem sem nós, dormiu direitinho e não deu muito trabalho. Na volta ficamos com vontade de buscá-lo, mas fomos sensatos e deixamos para matar a saudade no dia seguinte. Foi muito bom ver que ele é uma criança segura e que confia nos avós, não ficou querendo mamãe.
Mas essa semana confesso que me senti jogada para escanteio. Trabalhei muito, ficando fora de casa todo o dia. Em um deles, na volta do trabalho exaustivo fui correndo abraçar meu tiruliro e com o que me deparo: uma criança que não largou tudo para dar um abraço na sua mãe. Pelo contrário, ficou agarrado ao pai, fazendo de difícil. Me senti mordida de ciúmes... Mas no dia seguinte ele voltou a querer os braços da mami, ainda bem.
Bem, diante de tudo isso que veio em minha cabeça posso dizer a vocês, que gostam de acompanhar o crescimento do Theo, que ele está realmente crescendo, e que meu amor por ele também acompanha esse desenvolvimento. Pensava que, ao crescer tomaria mais espaço no coração e que lá ficaria apertadinho para esse meninão, mas constatei que o coração é uma casa que está sempre em reforma, se ampliando para abrigar tanto amor! Filho mamãe é 100% você!

23.2.06

Natação e socialização



Duas são as tarefas que as aulas de natação que o Theo está fazendo tem. A primeira é aquela que está incutida no conceito de aula: fazer com que ele aprenda a nadar.
Esse aprendizado além de importante, até mesmo para segurança da criança, uma vez que saberá nadar se cair em uma piscina por acidente, é prazeroso e saudável. Nada melhor do que entrar no ambiente liquido e poder senti-lo em todo nosso corpo.
A outra função dessas aulas, que são duas vezes por semana, é a socialização do Theo. Ele está precisando entrar em contato com outras crianças e pessoas que não sejam do seu círculo familiar mais próximo. Ainda não considero que esteja na hora de colocá-lo na escolinha. Esperarei o momento em que ele aprenda a não precisar mais das fraldas e que saiba falar, ao menos um pouco. Acho que esses são recursos importantes para uma criança aguentar o baque de enfrentar novos ambientes, longe do que ele considera seguro e acolhedor. Mas as aulas de natação já começam a prepará-lo para o futuro. Ele terá que aprender a conviver (e confiar) com a tia Renata, com as outras crianças, dividir brinquedos, frequentar outros ambientes.
Acho que estamos fazendo certo, soltando o nosso pequeno, mas só um pouquinho, para ele não se sentir sem referências.
Estamos aqui com você Theo!

20.2.06

Festa pré-carnavalesca

Neste sábado reunimos nossos amigos e familiares para comemorar o pacotão de aniversário lá de casa. Eu, meu irmão e minha mãe fazemos aniversário em fevereiro, tendo 3 dias de diferença de um para o outro. Assim, economizamos na festa e juntamos tudo.
Como não vamos pular carnaval neste ano, tive a idéia de fantasiar o Theo para o meu aniversário, para ele sentir o gostinho do carnaval. Procurei a fantasia mais fresquinha, para não incomodar neste calorão. Escolhi de palhacinho e o Theo ficou muito lindo! Quis pintar o narizinho, mas tive pena da minha roupa e a dos meus convidados que ficariam todas vermelhas ao pegá-lo no colo.
Mas claro que não durou nem duas horas o bebê fantasiado. Logo tirei tudo e deixei-o de fraldinha. Tudo em nome do conforto.
Foi muito boa a festa, ficamos até tarde e pudemos descansar mais no domingo devido ao término do horário de verão.
Essa semana antes do carnaval vai ser tão demorada...


Olha o palhacinho Theteo!






Nesta hora, tinha um lindo anel de ouro com brilhante me esperando, colocado entre as pedras de gelo do meu copo, pelo meu romântico marido.







Meus pais não são lindos?
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