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26.5.11

Paaaaraaaaa tudo! Quero descer!

Segunda-feira, dia 24 de maio de 2011, estava em meu trabalho quando recebo um telefonema de casa avisando que o Theo tinha caído e que o dente estava mole.
Ao fala com Theo ao telefone fiquei alarmada ao ouvir: "mamãe, meu dente ficou torto".
Saí correndo, peguei um taxi, liguei para o meu pai, que conseguiu um dentista pediátrico, passei em casa, peguei o Theo, que estava com um paninho com gelo tampando a boca.
Dentro do taxi pedi para ver os dentes.
Bambeei...
Os dois dentes da frente, de baixo, estavam tortos, tombados para a frente, empurrando o lábio. A gengiva estava com um grade espaço deixado pelos dentes.
Fique forte, e era apenas o início.
Dentista tirou radiografia, fez testes para detectar fratura no maxilar. Resultado: Theo fraturou uma tal de lâmina óssea, que segura os dentes. Por isso eles tombaram.
Cirurgia na hora para remover os dentes, que eram de leite, única notícia boa.
Ao ver a agulha da anestesia Theo começou a gritar:
" Ai doutor, por favor, não doutor, tá doendo doutor... Doutor, tá acabando? Tadinho, meu coração desapareceu de tão apertado. E o dentista estava super seco, acho que ele tinha que fazer isso mesmo, mas foi a gota dágua para deixar meus sentimentos a flor da pele. Já não bastasse a dor, o medo (Theo ficou perguntando se nasceriam outros dentes, RETOS no lugar daqueles e se a fadinha do dente iria trazer presente para ele, mesmo os dentes tendo sido "arrancados duros".) ainda tinha que ouvir o dentista dizendo ao Theo para não segurar na mão dele, para não ficar perguntando se está acabando e outras mais...
Recuperando do trauma (consegui chorar no banho, no dia seguinte, passado todo o estresse) recebo telefonema hoje, saindo do trabalho, de que a Manuela havia caído na escola e mordido a língua.
Como não conseguiram falar comigo (todos os telefones Oi não pegam no meu local de trabalho) ligaram para o Róccio, que estava em Contagem a trabalho, e pediu para minha mãe salvar a situação.
Manu foi levada ao hospital e saiu de lá com 3 pontos. A mordida vazou a língua.
Socorro! Alguém conhece mandinga pra mal olhado? Quebranto?
Coitadinhos dos meus filhinhos...

23.6.08

chororô

Esse fim de semana aprontei o maior chororô... Manu estava tomando banho na casa da avó, de banheira, e derepente, diante de mim caiu e bateu a boca na lateral da banheira.

Olhei na hora, sangrou a gengiva um pouco, ele chorou depois parou e voltou a brincar.

Quando a tirei e fui enxugar notei diferença em seu dentinho da frente. Manu quebrou o dente!

Corri na banheira para procurar, mas não encontrei nenhum fragmento. Também o que quebrou foi bem pouco, só a uma lasquinha.

Fiquei um pouco na dúvida se realmente tinha quebrado. Quando cheguei em casa, que fui escovar os dentes dela tive certeza de que havia quebrado e os dois!

Mas Manu não está sentindo dor nem desconforto, foi para a festa de aniversário e brincou até. Saía pelo salão de festas do prédio, entrava no meio do jogo de futebol dos meninos, correndo atrás da bola, se encantou com o monitor das brincadeiras, deu a mãozinha para ele e foi embora, nem olhou para trás! Saiu no meio da criançada atrás do tesouro, sem medo do escuro nem do desconhecido, nem de cair e se machucar. Depois me achava e me abraçava. Outra hora ficou diante do som dançando e chamando a avó.

Na hora do parabéns foi para o ombro do monitor e bateu paliminhas. Mesmo assim demonstrou ser uma menina muito educada, chamando atenção dos convidados pela calma quando ficou sentadinha à mesa tomando seu lanche. Fiquei muito orgulhosa dela ser assim, meu chocolate com pimenta!

Quando chegamos em casa e que constatei que relamente os dentes tinham se quebrado na queda do banho, senti uma dor tão grande, não sabia explicar, só chorava. Pensava que estava faltando um pedacinho dela, que tinha ido ralo abaixo, cadê o dentinho da Manu?

Foram muitas lágrimas, até me conformar, escutando as palavras de apoio do papai da Manu.

No dia seguinte ainda me ressenti em vários momentos.

Hoje estou levando minha filhinha ao dentista para ver se está tudo bem com seus dentinhos, se tem como reparar, se internamente não ocorreu nehum problema.

Depois volto com o parecer do dentista.

17.10.06

Borboleta ou escola de samba

Estou na 19a semana de gestação, faltaria ainda 1 semana para que eu começasse a perceber os movimentos fetais. Mas já tem mais de uma semana que venho sentindo não só movimentos como os da asa da borboleta na barriga. Já sinto chutinhos na bexiga, toques não tão suaves assim na barriga, perceptíveis por mãos que se posicionem na região "afetada" pela agitação deste bebê.
Quem já é mãe vai saber do que eu digo. Sabe quando estamos com a bexiga mais ou menos cheia? Aquele volume que é suportável, que não nos exige uma ida ao toalete. Derepente: Tum, tum, tum, três ou quatro chutinhos nesse órgão que logo manda a ordem ao cérebro: um banheiro pelo amor de Deus!
No dia 12 fomos ao zoológico apresentar os animais ao Theo e fazer um piquenique de dia das crianças. A idéia foi boa, a execução nem tanto. O lugar, que é bem grande, estava L O T A D O! Claro, né? Feriado? Dia das crianças? O que que o povo faz? Vai ao zoológico com a garotada. No final deu certo, mas enquanto esperávamos na fila de carro para entrar, rolou um estresse. Fomos eu, Papai, Titio Cumcum, Zisis (Isis, namorada do Bruno), Vovô e Vovó. Numa dessas horas inesperadas levei o bombardeio na bexiga. Socorro! Preciso ir ao banheiro.
Quanta ingenuidade... o local estava impossível. Fila de 20 mulheres para entrar. E o estado lá de dentro? Não devia estar dos melhores. Resolvi aguentar firme e ir ao banheiro em outro lugar, depois de sairmos dali. Só não posso dar este tipo de bobeira no final da gravidez, pois esperar pode não ser tão possível.
E quando espirramos? Quem já teve um nenem na barriga já passou por isso. É atchim e xixi na calcinha. Mas tudo encarado com humor.
Voltando ao dia das crianças Theo adorou o passeio. Se divertiu demais com o Tio que ficava correndo atrás dele todo o tempo. Os bichos até ficaram em segundo plano, Theo queria mesmo era farra! Ficou tão excitado que não conseguiu dormir hora nehuma do dia, e a noite deu trabalho para se entregar. Tagarelava sem parar, repetia tudo o que falávamos e gargalhava ao ver que estava agradando.
Comeu muitas gostosuras, ganhou chocolate, balão, atenção de todo mundo e ainda experimentou lagosta, um presente do vovô para toda a família. O prato ficou realmente muito bom (não é por que fui eu quem fiz) e Theo gostou desse "peixinho" diferente.
Na escolinha teve aulas segunda, terça e quarta-feiras, com atividades para o dia das crianças. Foi fantasiado de pirata (ficou muito lindo!), teve festinha, com docinhos e salgadinhos, tomou refrigerante (peraí a escola é para educar ou para ensinar hábitos pouco saudáveis às crianças?), algodão doce, show de mágica, teatrinho, ganhou surpresinha. Nossa realmente este dia das crianças foi muito especial, né Theo?
A alegria foi intensa, mas no sábado tivemos que lidar com mais uma virose que conseguiu se instalar. Febre alta 39°C, dor de garganta, peito cheio, tosse... Não aguento mais ver meu filhinho doentinho. Espero que ele logo se fortaleça para dar conta de expulsar estes vírus de seu organismo. Fica a dúvida no ar: Será isso uma reação do pimpolho para chamar a atenção desta mãe grávida? A resistência pode ter caído por insegurança, ciúmes, etc. Ou será que é devido à escolinha? Espero que consigamos resolver logo este problema, pois gostamos de ver o Theo feliz e saudável, correndo por aí, como estava no seu dia das crianças!

3.10.06

Mocinha Recatada

De acordo com meu último ultrassom, na 17a semana de gestação teremos uma menininha para florir nossa casa.
Ainda não posso sair em devaneios consumistas e comprar tudo cor de rosa. De acordo com a médica temos 90% de chance de realmente ser uma garotinha. Mas a menina já demonstra boa conduta, não deixando-se revelar totalmente, tendo as perninhas cruzadas para deixar ainda mais curioso qualquer um que a possa bisbilhotar.
Teremos qu esperar mais um pouquinho para confirmar essa notícia, que foi recebida por todos com bastante alegria. Estou muito tranquila e se caso no próximo ultrassom descobrir que temos na verdade um garotão não ficarei triste, pois minha médica foi bem prudente e nos avisou dos 10% de chance disso acontecer.
Não tive muita chance de comemorar, pois Theo pegou uma estomatite de colocar qualquer pai e mãe em total desepero. Foram tomados por grandes aftas, boca, língua e garganta, causando grande dor, febre e incapacidade de ingerir qualquer alimento. O quadro é esse: criança com fome, vontade de comer e cuspindo tudo o que é levado à boca, com muito choro de dor. A saída é mantê-lo hidratado, descobrir alimentos mais toleráveis e oferecê-los em minúsculas porções.
Hoje ele amanheceu um pouco melhor e tomou seu leitinho. Quase morri de emoção. Essas aftas demoram de 7 a 10 dias para cicatrizarem, bastante tempo para um menininho de 1 ano e 9 meses.
Theo provavelmente trouxe esse vírus para casa da escolinha. Ele começou na segunda-feira passada sua adaptação. É tão bonitinho de se ver. Sua professora é a Loló, carinhosa porém firme, ideal para lidar com crianças do maternal 1 (até dois anos). Na quinta-feira não pude levá-lo devido à febre. Espero que amanhã já possamos retornar com nosso trabalho de adaptação do
Theo, para que no ano que vem ele possa frequentar a escola sem problemas, quando sua irmãzinha nascer!

Fotos da barriga no quarto mês

Posted by Picasa

22.8.06

O Poder de uma criança

Amigas, passo por aqui para relatar como foi o desenvolvimento do Theo com relação ao uso do peniquinho nesse período.
É impressionante como ele amadureceu! Consegue segurar xixi e cocô e só faz quando quer! Passa bastante tempo de cuecas, sequinho, e pede para fazer o xixi, segurando o pinto.
Adotou o penico e abandonou o redutor do vaso. Arrumei um livrinho, mas o que ele gostou mesmo foi do patinho de borracha que eu encho de água para que faça xixi no penico também. É assim: Theo pede para fazer xixi (mamãe, xixi). Vamos para o banheiro, sem alardes, pego o patinho, coloco-o para fazer xixi, pegamos o penico, despejamos o "xixi" do pato no vaso e damos descarga. Depois disso tudo Theo senta-se no penico, com o patinho nas mãos. Descobri que ele segura o xixi enquanto estou por perto, então fico por ali, me olhando no espelho, não prestando atenção ao que ele está fazendo, ou falo que vou procurar algo e que já venho. Ele logo faz xixi e grita: mamãe, gandão! (ele chama seu xixi de grandão, porque antes ele segurava o xixi e fazia só um pouquinho. Então eu dizia que ele tinha feito um pequeninho e que agora era para fazer um grandão! Theo adora essa oposição de pequeno e grande, e toda vez pede o giz e o papel para desenhar bolinhas pequenas e grandes, com nossa ajuda, e repete que ela é miminha quando desenhamos uma bolinha ou gandão quando fazemos bolas grandes).
Jogamos o xixi no vaso e damos descarga para vê-lo ir embora. Theo adora, fica satisfeito com os nossos elogios e por ter conseguido fazer como um menino grandão! Sai correndo pela casa, se estica todo, fica na ponta de um só pé dizendo que ele já é grande, uma graça!
O cocô ainda está difícil de coordenar, mas uma coisa é certa, ele o segura quando está de cueca. Seus horários mudaram e isso é o sinal de que ele já tem o controle de esfíncter, tão importante nessa fase de amadurecimento.
Minha ansiedade passou, pois vi diante dos meus olhos uma rápida mudança, uma superação das angústias que eu sei que um bebê tem ao ser colocado diante desses desafios. Estamos unidos, Theo está muito carinhoso comigo, me beija a toda hora, me abraça, é muito gratificante, pois me mostra que estou seguindo o caminho certo, não o estou sendo precipitada.
Theo pegou uma virose na terça-feira, teve febre alta, piriri e vômito. Não conseguimos dar remédio via oral para ele, pois ele vomita tudo, sempre. Já tentamos Tylenol, novalgina gotas e xarope, magnopyrol com sabor chocolate e nada. Temos que recorrer ao supositório, mas como ele estava com o intestino solto a eficácia fica comprometida. Ele chegou a ter febre de 39,5 °C e corremos com ele para o chuveiro morno. No dia seguinte Theo amanheceu sem febre, se alimentando normalmente e só está um pouquinho desarranjado ainda. Esse menino é um tourinho e consegue matar no peito uma virose em um dia! Que orgulho da mamãe e do papai!

14.7.06

Sinais da gravidez

A gravidez está mostrando suas características desagradáveis com um pouco mais de sutileza do que foi na gravidez do Theo.
Começaram os enjôos, a fome absurda (estou tendo que mastigar algo de hora em hora). A dieta da nutricionista foi totalmente desmembrada para conseguir cobrir todas essas refeições. A imaginação não é tão fértil quanto deveria ser para variar diariamente os alimentos para tantas refeições.
A salivação é o sintoma mais desagradável e causa muito enjôo também. Só não estou vomitando (ainda) como acontecia com muita frequencia na gravidez do Theo.
Por falar nele está muito bem, falador, repete tudo o que falamos e até sons de animais.
Estou na 8a semana de gravidez. Ainda falta muita água para rolar...
Quando estiver me sentindo melhor voltarei a dar mais antenção ao blog e a vocês, amigos.
Um beijo

6.6.06

Recaída

A gripe do Theo deu uma trégua, de uma semana e voltou no sábado, trazendo mais febre e nariz entupido.
Por isso dei mais essa sumida básica. Nem tirando fotos não estou mais. Preciso voltar aos meus registros do Theo, para depois relembrar me deliciando com suas fases.
Vocês acreditam que já passei pelo meu primeiro momento "revival" depois de 1 ano e 5 meses (quase 6) de vida do Theo? Como ele modificou, como era gordinho, como era lindo aprendendo a andar... Ser mãe é realmente uma montanha russa de emoções. Até me peguei chorando ao ver umas partes de um programa da Globo, só com grávidas. Mostrou o nascimento de gêmeos. As águas rolaram, tenho até medo, pois me emociono até com propaganda de margarina.
Enquanto isso vou me desdobrando, tentando trabalhar sem deixar de lado meu filhinho. Nossos passeios de terças e quintas continuam de pé (e o cooper também, já consigo dar 2 voltas e meia correndo, sem parar, na praça. São exatos 1.750 m, não é um chão?). Os supermecados, a natação, minha ginástica (quem gosta de ter mãe feia?). Só sei que meu tempo é picado e não consigo render muito no escritório. Mas ficarei calma, pois o futuro me aguarda. Como fez minhas cunhadas: cuidaram, muito bem, da prole e agora que as crianças já estão grandes estão ralando, e muito. Tenho muito o que percorrer, só não quero deixar de dar atenção ao Theo. Faço questão de acompanhá-lo. Sei também que um tempinho longe é muito bom, pois mãe também sufoca. Por isso trabalho sim, mas não com toda força que teria se estivesse sem filho.
(Nessas horas tenho raiva das ferministas. . . )
Esse fim de semana tivemos o Theo com gripe, o Róccio com um torcicolo muito forte e minha sobrinha Camila com problemas renais. Ainda bem que os três já estão bem! Mila segura aí que estamos mandando um beijão especial!

26.5.06

Gripe e dengo

Theo está se recuperando de uma gripe que o alcançou na sexta feira passada.
Apresentou febre de 38,5°C, dor de garganta, falta de apetite, muito sono, tosse e muita, muita manha.
Também pudera eu e o Róccio ficamos horário integral para cuidarmos dele.
Tudo começa assim: Neném chora, tosse e diz, com uma vozinha sumida e trêmula, mamãinhéeeeê... Dentro de nosso organismo desencadeia imediatamente um sentimento de esmagamento do coração! Como não podemos nada fazer para resolver de vez o problema, temos que nos contentar em paparicar a criança, dar todo amor que ela necessita nesses momentos.
E olha que a febre só durou 2 dias, o que ficou foi a tosse dolorida, que combatemos com vaporização (vocês acreditam que o vapor estufou uma parte do berço do Theo? É Mic, a tentação de comprar o berço do Rafa agora aumentou!) e a falta de apetite. Theo recusou comida e leite. Só aceitou frutas (principalmente melancia) e iogurte. Tivemos um probleminha com a Novalgina xarope, pois estava deixando o estômago do Theo sensível. Ele tomava a dose do remédio e ficava tendo ânsia de vômito, salivando muito e chorando. Resolvemos aplicar o supusitório, que precisou ser aplicado uma única vez, pois a febre acabou (para alívio do pai).
Agora que ele está praticamente 100% bom, ficamos com apenas uma seqüela disso tudo: o dengo. Esse menino aprendeu o poder do gemidinho, do chorinho melodramático, aquele que não sai lágrimas, mas gera muitas caretinhas, da mãozinha no rosto, segurando a cabeça que parece que vai cair a qualquer momento e de quebra se agarrou no bubu. Quer ficar com ele o dia todo. Mas o mais interessante é que ele pede o bico, chupa só um pouquinho, depois o tira da boca, fala seu non, nonh, non, e o guarda dentro da minha blusa. Passa um tempinho pede de novo e repete a mesma coisa. Acho que ele quer, mas não quer, entende?
Essa noite ele fez isso e eu resolvi então não dar o bico de novo. Se ele não quiz então não vai ter. E não é que funcionou? Ele dormiu sem o bico.
Depois de passado o período do dodói temos que voltar a ser os pais de antes. Para de paparicar e voltar a educar. Eta tarefinha árdua...

Quem resiste à uma gostosura dessa?

31.3.06

Mudança de pediatra

Resolvi não sofrer mais por esse motivo. Sempre que tentávamos falar com a Médica do Theo não tínhamos sucesso. Não estava no consultório ou não podia atender. O celular sempre desligado e sem caixa postal. Em casa nunca estava. Resultado: sempre buscávamos outras pessoas para nos ajudar. Meu pai sempre nos aconselhando pois é médico psiquiatra, os serviços de urgência (raras vezes ainda bem) e até outros pediatras particulares.

Acho que quem tem plano de saúde sabe o que eu estou passando. Os médicos recebem mal e nos atendem com o mínimo possível. Eu não posso reclamar dela no consultório. Atenciosa, calma e o mais importante nos atendeu imediatamente quando precisamos, quando o Theo era recém nascido. Mas me sinto muito insegura com relação à essa dificuldade de comunicar com ela. As vezes as crianças tem uma febre ou outra bobagem que não necessita de desgastar na fila do pronto atendimento, ambiente hospitalar, crianças que realmente estão mal, exposição do Theo a outras doenças, até mais graves.
Ontem foi a gota d'agua. Theo estava inapetente e tomando muita água (copos e mais copos seguidos). Não queria saber de suco nem leite. Resolvi ligar para ter uma orientação. Não estava no consultório. A secretária disse que talvez amanhã eu conseguisse falar. Fiquei tão chateada, pois não precisava dela amanhã e sim naquele instante que me sentia insegura e agoniada. Além disso fiquei mais chateada ainda pois a secretária não fez nada para tentar localizá-la, nada!
Resolvi procurar indicações de outros médicos. Liguei para minha professora de ginástica, que tem um bebê de 3 meses, e peguei o telefone de sua pediatra. Liguei para ela e ouvi uma resposta negativa, não tinha horário para atender o Theo (talvez se a consulta fosse particular a agenda dela tivesse uma brechinha), mas quis saber o que meu filhinho tinha. Quando falei sobre a água ela me recomendou que procurasse alguém para nos atender imediatamente e que fizéssemos exames, pois se ele estava tomando tanta água é por que tinha algo de errado! Fiquei desesperada, peguei o Theo e fui para o hospital infantil. Chegando lá tivemos que aguardar por mais de uma hora para sermos atendido. Enquanto aguardava, puxei assunto com a mãe de uma menina que estava ao nosso lado. No final descobri que a médica pediatra dela era a mesma do Theo. Mas ao contrário de mim, ela sempre conseguia falar no celular da doutora, sabia que ela estava em Brasília e ainda tinha sido instruída por telefone. Não quis perguntar se ela tinha plano de saúde para não ofender, mas tirei minhas conclusões e resolvi mudar de médico de uma vez por todas, a antiga agora é passado!
Quando o Theo foi atendido o médico disse que tomar muita água é normal para quem está adoentado, que o Theo estava super hidratado e que ainda bem que ele está pedindo e tomando muita água. Com relação ao apetite disse para termos paciência e respeitar as vontades dele. Ou seja, não pediu um único exame. Disse que o Theo estava muito bem e que mesmo não se alimentando como de costume tinha crescido, pois ganhou algumas gramas (já atingiu os 11 quilos). O detalhe é que, ao entrar no consultório o médico me disse que eu havia estado no hospital no dia 26 e como não tinha 30 dias essa consulta era considerada retorno e que a Unimed não pagaria um centavo por ela. Fiquei sem graça e chocada com o que está acontecendo com os clientes e os médicos conveniados. Daqui a pouco teremos plano de saúde somente para emergências hospitalares. Consultas só particular.
Agora estou com uma indicação de uma boa médica que atende pela Unimed( claro que a médica da minha professora de ginástica não passou na prova do atendimento a mães com bebês doentinhos, pois seu método é totalmente pitbull). Marquei para a próxima quinta - feira. Veremos se dará certo.
O bom disso tudo é que hoje Theo está muito melhor, se alimentando normalmente e brincando como nunca. Isso é que importa.
Fotos para alegrar este post desabafo total
papando seu ossinho



brincando na mesinha
empinando na motoca (eu já sei virar o guidão para dirigir!)














brincando de bambolê







brincando no túnel

Eu e meu pai em duas poses

Eu e minha mãe

28.3.06

Theozinho dodói

Meu filhinho está doentinho, mas se recuperando a cada dia. Começou com uma febre no sábado a tarde. No domingo uma tosse muito rouca, febre e falta de apetite. A noite o levamos ao hospital para a médica examinar a garganta, ver se precisava de antibiótico. Ela diagnosticou uma faringite e encaminhou-nos para uma nebulização de adrenalina para diminuir o inchaço e evitar o fechamento da garganta (deus me livre!). Depois receitou um remédio para manter o efeito da adrenalina, além do antitérmico. Theo agora está tomando a solução da Novalgina que é docinha, pois as gotas amargas não estavam sendo aceitas.
Hoje ele começou a se alimentar melhor. Ontem na mesa do almoço quis um ovinho de codorna da salada e três rodelas de tomate. Nada mais. Hoje quis carninha de frango e um pouqinho de arroz com feijão e purê de batatas, além de ter tomado o leitinho de manhã e de tarde.
Amanhã ele estará melhor, mas a natação só na semana que vem para não prejudicar a recuperação.
Depois trago mais notícias do Theo.

31.10.05

Um sustão!

Quinta-feira cheguei em casa, depois de trabalhar o dia todo fora ( e ficar longe do Theozinho...).
Ele estava todo lindo, banhinho tomado, jantinha na barriga, só me esperando. Peguei o pecurrucho, uma tigela de jaboticaba (ele e eu amamos!) e fui para a minha cama.
Theo estava especialmente agitado, chupava uma jaboticaba e dava mil viradas e se jogava em cima de mim. Toda vez que se aproximava da beirada eu o tirava e falava que era perigoso. Mas, numa distração (fui procurar uma jaboticaba grande) Theo foi para a beirada e ... caiu de costas, batendo a cabeça no rodapé!
Fiquei doida, peguei-o no colo e o abracei bem forte. De repente veio em minha cabeça um pensamento, rápido e determinado: não é hora de abraçar, é hora de ir para o hospital. e fiz. Fui ao Life Center e recebi a notícia de que não tinha mais atendimento pediátrico. Encontrei com minha mãe e meu pai (Róccio estava dando aula) e fomos ao Vila da Serra (bem longe do primeiro), um hospital especializado em pediatria e não tinha neurologista de plantão. Que desespero! Por fim fomos ao Felício Rocho e depois de uma longa espera fomos atendidos.
Theo tirou radiografia e ficou em observação até à meia- noite. Pudemos ir embora depois da análise do neurologista que observou que Theo estava bem (não desmaiou, não vomitou e estava acordado) e não teve fraturas no crânio.
Pudemos ir para casa, mas tivemos que acordá-lo de 3 em 3 horas para obsrvação.
Tudo bem agora (só um resquício do galo) mas no dia fiquei arrasada! Enquanto estava com a babá estava tudo bem. Foi ficar comigo para ocorrer algo tão sério. Agora já estou menos triste, afinal foi um acidente, mas Theo na cama de novo? Só quando aprender a descer sozinho (o que venho ensinando a mais de um mês).
As novidades boas são que Theo está com 9300 g e 76 cm. Muito bom seu desenvolvimento! Acrescentei um pão com manteiga ou azeite em seu café da manhã e a sua papinha está com os legumes picados mas não amassados, assim ele pode degustar os vários sabores. Ele está ficando mais tempo com a babá e está aprendendo muitas coisa, como subir escadas, bater palminha e dar beijinho.
Nota 10 meu menino!

26.7.05

Crise dos 8 meses aos 7?

Lendo uma edição especial sobre criação de filhos da revista Cláudia nos deparamos com um artigo sobre a crise dos 8 meses do Dr. Antônio Carlos Amador Pereira, que nos trouxe muitas explicações sobre o comportamnto do Theo, que está mudado desde o final dos seus 6 meses.
este artigo diz que o bebê desta idade apresenta novas reações à ausencia materna, sendo esta a primeira "crise existencial", batizada de angústia dos 8 meses ou ansiedade da separação.
Este sentimento de separação da mãe ocorre quando o bebê descobre que ele e a mãe são indivíduos distintos e não uma unidade.
A criança conta com algumas ferramentas para conseguir elaborar essa perda e passar por esta fase de angútia. As brincadeiras são esse meio de extravasar seus medos. Tem um livro que se chama El niño y sus juegos de Arminda Aberastury que descreve as brincdeiras das muitas fases do desenvolvimento da criança em seu primeiro ano de vida.
As brincadeiras como o famoso "pude, Achou" são muito importantes para o bebê superar a separação da mãe. Outras muitas como jogar algum objeto no chão para pegarmos, abrir e fechar os olhos repetidamente, entre outros.
Esse assunto pode ser um pouco "psicólogo"demais, mas nos trouxe uma explicação e uma mudança de conduta com o comportamento do Theo. A impaciência deu lugar a um sentimento de querer ajudar nosso pequenino a superar sua angústia. E acho que essa mudança deu certo, pois essa noite Theo não chorou para dormir e nem acordou de madrugada.
Deve estar se sentindo mais seguro e entendendo que eu não estou com ele em certos momentos, mas não significa que eu sumi para sempre.
Outra consideração que deve ser feita é que essa separação e angústia são extremamente saudáveis e necessárias ao desenvolvimetno do bebê. A figura do pai entra de vez nessa relação, trazendo ao filho uma amplitude de relacionamento.
O pai participa dos cuidados com o filho, brinca com ele, o alimenta, demonstrando que os cuidados de pai e de mãe são parecido mas possuem algumas diferenças.
Mudando de assunto, Theo ontem cortou o dedinho em uma gilete. Ela estava dentro de uma caixinha de manicure que estava sobre a cama, ao meu lado. Theo estava sentadinho a uma certa distância, quando de repente se jogou, querendo pegar a novidade e foi com a mão direto na lâmina. Resultado: muito sangue, nenhum choro e uma mãe desesperada. Pressionei o corte, coloquei a mãozinha para cima, passei açúcar, nada. Sangue minava. Depois de uns 20 minutos o sangramento deu uma trégua. Enrolei o dedinho um um microporo com algodão e observei. Depois de um tempo o sangramento voltou.
Fomos ao hospital. Entrando no consultório relatamos à médica como foi o ferimento, levamos a lâmina, cartão de vacina. Antes mesmo de olhar o corte, que estava com o curativo, a médica já foi dizendo que o cirurgião estava no bloco e que poderia dar um pontinho caso fosse necessário.
Ao abrir o corte, o que pudemos observar da reação da médica foi um sorriso de canto de boca e um olhar um tanto quanto espantado para nós. O que estava sendo chamado de corte foi na verdade duas raladas, bem superficiais e que já tinham começado a cicatrizar.
Quase morri de vergonha. Acho que a médica deve estar rindo de nós até agora.
Rsolvemos sair do hospital e passar na loja para comprarmos a cadeira de alimentação do Theo, para finalmente ele estar a nossa altura nas refeições.
Bem acho que por hoje é só. Um abraço a todos.
Lilypie 3rd Birthday Ticker
Lilypie 5th Birthday Ticker